Escritor mineiro e jornalista com intensa atividade na imprensa carioca a partir da década de 1940. A infância em Minas Gerais ecoa em sua obra literária, marcada por melancolia e pessimismo mesclados a humor. Estreou na ficção com o livro de contos O lado humano (1952), gênero em que se destaca como um dos grandes e em que atinge ponto alto com Boca do inferno (1957). É autor de um único romance, O braço direito (1964), e da coletânea de crônicas Bom dia para nascer (1993), que reúne textos publicados nos seus últimos anos de vida como colaborador na Folha de S. Paulo.